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  • Contradições da Prefeitura de Belo Horizonte

    A prefeitura de Belo Horizonte continua firme com suas contradições em relação aos usuários que praticam esportes radicais. Ao mesmo tempo que investe milhares de reais em construções de pistas e espaços para pratica de esportes radicais, continua há décadas na mesma situação com relação a inúmeros assuntos que nunca são resolvidos.

    Após 8 anos de Márcio Lacerda a frente do executivo, novos equipamentos foram entregues, foram construídos campos, rampas, bowls, e espaços para pratica esportiva ligada aos esportes radicais, contudo, nenhuma discussão sobre manutenções corretivas e preventivas ou reformas dos espaços é realizada com os maiores interessados. Atletas, entidades ligadas aos esportes, grupos e equipes esportivas nunca são contemplados com as necessidades reais e urgentemente necessárias em relação aos esportes.

    Parece e acaba sendo dinheiro jogado fora. A desculpa agora é fundamentada na crise financeira e na queda de arrecadação. Mas, ano após ano, existe sempre uma desculpa para falta de investimentos em reformas e manutenções.

    Durante a etapa do Brasileiro dos Bowls em 2015, construídos no Parque Lagoa do Nado, skatistas mineiros que disputavam o evento BH SKATE BOWL, levaram cartazes e faixas pedindo respeito ao skate e reclamaram publicamente sobre os erros do projeto dos bowls e a má qualidade dos materiais usados.

    Os patinadores do vertical enviaram inúmeras fotos com as chapas do Half Pipe, localizado no Parque das Mangabeiras, que esta perdendo parafusos de fixação (a rampa não tem 02 anos de uso).

    É só andar por BH e entrar nos Parques Municipais que possuem pistas para verificar o estado lamentável em que se encontram. As que recebem reformas e manutenção são aquelas que os próprios skatistas realizam com dinheiro do próprio bolso ou de algum patrocinador.

    Outro problema gigante da administração do Prefeito Márcio Lacerda é sobre a competência da gestão do esporte em BH. Seguindo o curso natural das coisas quem deveria lutar pelo esporte e viabilizar soluções para as demandas do esporte na capital seria a Secretaria de Esportes, liderada pelo vereador Bruno Miranda em uma época e recentemente pelo Sr. Patrick Drumond e sua equipe. Mas nenhum departamento, gerência ou coordenação da chamada SMEL parece querer envolvimento com os esportes radicais.

    Quem constrói é a SUDECAP, na maioria das vezes, dentro dos parques que pertencem a Fundação de Parques, que por sua vez possui autonomia no seu interior, inclusive sobre os equipamentos esportivos. Daí quando surge uma demanda, a história funciona assim: o cidadão procura a SMEL, a SMEL ouve e pede para procurar a Fundação de Parques, quando você chega a Fundação de Parques, a FPM ouve e se o assunto não estiver contemplado no documento que rege os parques e cemitérios da cidade, como acertos e manutenções dos equipamentos esportivos, eles dizem que a competência é da SUDECAP, daí você precisa ir a SUDECAP, na SUDECAP eles ouvem a mesma história e solicitações, solicitam oficios para averiguação técnica e você investe uma grana com telefonemas, combustível, tempo, papeis, ajuda técnica e não tem nenhuma solução.

    O esporte radical vai continuar lutando para mudar esta situação e vai vencer, a Federação Mineira de Esportes Radicais e seus membros estão agindo conforme as regras do jogo, são oficios e investimentos para auxiliar a PBH no cumprimento das suas obrigações como órgão gestor dos espaços públicos em BH.

    Ao apelarmos para o Ministério Público podemos ter algumas interdições de certos locais que já se tornaram um risco para a pratica de esportes. Contudo, a atitude de começarmos o dialogo com o MPMG será inevitável quando não somos ouvidos e atendidos PBH.

    Materia retirada da Federacao Mineira de Esportes Radicais

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